quarta-feira, 23 de junho de 2010

Última chamada: Oficina de saladas

Oficina de saladas - R$ 70,00
24 de junho de 2010 - Quinta-feira
19h00 às 22h00

  • Carpaccio de salmão com valeriana e dill
  • Salada de outono
  • Salada com torradas e tomates-cerejas ao queijo cremoso
  • Salada de camarões, aspargos e abobrinha com abacate

sábado, 19 de junho de 2010

Cuisine du Terroir


Traduzindo, em bom português, "cozinha regional". Ela engloba especialidades regionais com um forte foco na qualidade do produto local e tradição camponesa. Muitos pratos que entram nessa categoria não se enquadram no estereótipo da "comida francesa", uma vez que muitas vezes não são tão elaborados. Diferem grandemente da imagem que temos dos pratos franceses, influenciados pela Nouvelle Cuisine, tendência que durante décadas dominou a gastronomia francesa.
Terroir, originalmente significava extensão limitada de terra conforme as qualidades que dava à agricultura, principalmente quanto à produção vitícola. Em gastronomia, o termo tornou-se mais abrangente e abarcou os ingredientes que compõem o prato, seu preparo tradicional, aspectos culturais e históricos. A sazonalidade ganhou especial importância na escolha do menu ou cardápio. Os pequenos produtores passaram a ser valorizados, uma vez que se procure temperos e ingredientes típicos da região.
A Cuisine du Terroir aponta claramente para a pluralidade, (na contramão de movimentos que buscam a fusão de diversas cozinhas), com a percepção de diferentes cozinhas mesmo em áreas espacialmente pequenas, delimitadas pelo clima, solo, costumes e história.
Ela procura, ainda, conciliar a tradição com a inovação, respeitando as receitas originais e melhorando sua aparência. Extendendo o conceito à outros países e exemplificando, ao pegarmos um bom bacalhau à Gomes de Sá, prato português, respeitariamos a receita tradicional e seus ingredientes; porém, disporiamos as batatas, cebolas, ovos, azeitonas pretas e o bacalhau de uma forma diferenciada, privilegiando a riqueza cromática. tornando-o mais atrativo visualmente, lembrando que a apresentação do prato deve ser a mais próxima possível de sua origem, dispensando os excessos típicos da Nouvelle Cuisine.
A Cuisine du terroir presta, portanto, um papel na manutenção (e recuperação) das tradições, Afinal, somos, também, influenciados pelo que comemos, como comemos e como nos relacionamos ao comer. A comida, sua produção e consumo, são parte de nossa herança histórica e cultural muitas vezes negligenciada.

Para conhecer melhor:

La Cuisine de nos Terroirs. Cluzel Roussillon.
Guide des Produits du Terroir. Bardinet Copat.
La Cuisine de Terroir - 320 Recetter des Provinces de France. Jean Ferniot.
Escoffianas brasileiras. Carolina Chagas; Alex Atala.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Sopa de tomate com manjericão


Tempo de preparo: 30 minutos Porções: 4 porções

1/2 kg de tomate sem pele e sem semente
1 colher (sopa) de azeite extravirgem
1 cebola média picada
1 xícara de chá de manjericão picado
500 ml de caldo de carne
1 xícara (chá) de suco de laranja
1 colher (sopa) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de rum
sal
pimenta-do-reino branca

Modo de fazer:

  1. Aqueça o azeite em uma panela. Acrescente os tomates, e a cebola
  2. Refogue por 10 minutos.
  3. Transfira para um liquidificador.
  4. Acrescente o manjericão, o caldo de carne, o suco de laranja, a farinha de trigo e o rum.
  5. Bata até ficar homogêneo.
  6. Retorne os ingredientes à panela e cozinhe por cinco minutos ou até encorpar. Prove a sopa e corrija o sal. Acrescente a pimenta e sirva quente.

Dica: sirva com um fio de azeite, fatias de pão e queijo parmesão ralado grosso.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Oficinas de culinária para junho, julho e abril

Oficina de saladas - R$ 70,00
24 de junho de 2010 - Quinta-feira
19h00 às 22h00

  • Carpaccio de salmão com valeriana e dill
  • Salada de outono
  • Salada com torradas e tomates-cerejas ao queijo cremoso
  • Salada de camarões, aspargos e abobrinha com abacate

Oficina de risotos - R$ 85,00
30 de junho de 2010 - Quarta-feira
19h00 às 22h00
  • Risoto de shimeji e shitake
  • Risoto de frango, uvas-passas e maçãs
  • Risoto de tomates com manjericão

Oficina de carnes vermelhas - R$ 90,00
08 de julho de 2010 - quinta-feira
19h00 às 22h00
  • Taças de carne e cominho
  • Lagarto ao molho de tomate
  • carne assada ao vinho tinto

Oficina de pratos únicos - 90,00
28 de julho de 2010 - quarta-feira
19h00 às 22h00
  • Arroz branco com filés de lombo ao molho agridoce e maçã
  • Curry de vegetais com cuscuz
  • Picadinho de vitela com cevada

Oficina de peixes - 90,00
05 de agosto de 2010 - Quinta-feira
19h00 às 22h00
  • Robalo em crosta de sal
  • Atum ao perfume de limão e juliana de cenoura
  • Coquetel de camarões ao molho de abacate e limão

Oficina de risotos - R$ 85,00
25 de agosto de 2010 - Quarta-feira
19h00 às 22h00
  • Risoto de cogumelos selvagens, espinafre e manga flambada
  • Risoto de salmão com molho de maracujá
  • Risoto de chocolate e alecrim

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Vinhos californianos


As primerias videiras foram plantadas, na Califórnia, por volta de 1799, por monges franciscanos. E, durante um século, as videiras plantas por eles foram a base da vitinicultura da região. Com a corrida do outro, em 1849, os vinhedos instalaram-se ao norte da baía de San Francisco e adjacências. No final do século passado, a maioria das regiões da Califórnia que hoje são produtoras, já estava instalada, na época, com produção acima de 30 milhões gal/1,1 milhão hl. Em 1870, a região central da Califórnia também se tornou produtora, especialmente os condados de Fresno e Madera, famosas pela produção de vinhos baratos.
Em 1880, porém, surgiam sinais de phylloxera vastatrix, uma praga que acabou devastando a produção de vinhos. A vitinicultura foi praticamente extinta. Após a Grande Depressão, a Segunda Guerra Mundial e a popularização do whisky, os produtores valeram-se do blend para produzir vinhos semelhantes aos europeus, de qualidade duvidosa e rótulos "genéricos".
Com um mercado mais estável, a produção acelerou-se e surgiram mais vitinicultores, maior variedade de uvas e melhoria sensível na qualidade, uma vez que a demanda exigia vinhos melhores. Os produtores passaram a vender sua produção com rótulos próprios.
Hoje, a Califórnia é responsável por 90% da produção de vinho dos Estados Unidos. e é a quarta produtora mundial da bebida, após a França, Itália e Espanha. Há uma grande variedade de uvas cultivadas, aproximadamente 100 (chardonnay - preferida dos norte-americanos -, sauvignon blanc, pinot gris, viognier, riesling, moscatel e gewürztraminer. Entre os tintos, a Califórnia produz excelentes vinhos dos tipos cabernet sauvignon, pinot noir, syrah, merlot, zinfandel, grenache, tempranillo, malbec, petite sirah, cabernet franc e sangiovese, entre outras). Cada uva, com seu sabor e aroma próprios, contribuindo para o produto final.
Os californianos são classificados, em sua maioria, como vinhos de mesa (com teor alcoólico entre 10 e 13 graus), espumantes (gaseificados) ou de sobremesa (doces).
Há nove regiões dedicadas quase que totalmente à vitinicultura: Santa Bárbara, com seus microclimas (famosa produtora de chardonnay, pinot noir e syrah), Napa, Sonoma, Mendocino, Lake, Amador, Monterey, Santa Cruz, San Luis Obispo. Sem falar nas regiões de San Joaquin, Sacramento, Marin, Solano, San Diego, Alameda, San Bernardino e Riverside. Todas com excelentes vinícolas.
Há quem ache os californianos desequilibrados, pobres e diluídos, excessivamente ácidos. Outros os adoram pela combinação surpreendentemente agradável de sabores e aromas.

Experimentem.

Abaixo, algumas sugestões:

Delicato Shiraz 2006. Aroma complexo de frutas negras, amora e um destaque marcante de pimenta do reino. Corpo médio. Boa acidez. Harmoniza-se muito bem com grelhados, pratos leves e picantes.

Woodbridge Chardonnay. Notas cítricas, de maçã, figo e damasco. Na boca, um sabor adocicado de carvalho e especiarias. Harmoniza-se bem com carnes brancas e pescados.

Mondavi Private Selection Cabernet Sauvignon 2006. Aroma frutado com notas de menta e especiaria leve. Taninos maduros. Harmoniza-se comcarnes vermelhas, cordeiro com molho de hortelã, queijos e massas com molhos cremosos de carne ou queijo.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Feijão-preto


"(...) que prazer mais um corpo pede
Após comido um tal feijão?
Evidentemente uma rede
E um gato para passar a mão."

Vinícius de Morais, Feijoada a minha moda


O feijão-preto é uma variedade sul-americana, cultivada e consumida pelos guaranis, que o denominavam "comanda", "comaná" ou "cumaná". A palavra "feijão" é de origem portuguesa e data do século XIII o primeiro registro histórico de sua escrita. Sustentou, juntamente com a mandioca, as famílias paulistas, contribuindo para a fixação da população. A cultura, porém, logo se espalhou e era comum famílias brasileiras apresentarem um roçado de feijão.
Vale aqui uma explicação: a feijoada, de origem portuguesa, é uma adaptação de tradicionais pratos europeus que usavam legumes, carnes e verduras variados. como a paella e o cassoulet. Orelhas, pés e caudas de porcos não eram restos aproveitados mas, sim, partes muito apreciadas pelos europeus. Nas senzalas, a mistura era muito mais simples: apenas feijão e farinha. A feijoada é, portanto, de origem européia, iguaria nobre; sua origem nas senzalas, mais um mito da culinária, propagado largamente pela cultura popular.
É, hoje, o preferido dos cariocas, usado tanto na feijoada, como em pratos triviais, temperado com alho, óleo, sal e cebola. Em Minas Gerais, no tutu à mineira e no feijão-tropeiro, preparado com farinha de mandioca, pedaços de linguiça, toucinho e ovos picados (muito bom!).

Abaixo, uma interessante receita preparada com feijão-preto:

Pasta de feijão-preto



Tempo de preparo: 75 minutos
Porções: 8 porções

250g de feijão-preto
3 colheres (sopa) de azeite
1 cebola picada
1 pimentão vermelho picado
1 pimenta malagueta picada (sem sementes)
3 dentes de alho picados
125 ml de vinagre de maçã
4 colheres (sopa) de mel
1 colher (chá) de páprica picante
1 colher (chá) de cominho em pó
1 colher (sopa) de sal
1 colher (chá) de pimenta-do-reino preta em pó

Modo de fazer:

  1. Na véspera, deixe o feijão de molho. Escorra, coloque em uma panela e cubra com água, fervendo por 45 minutos ou até que os grãos estejam macios. escorra novamente e reserve.
  2. Aqueça o azeite em outra panela. Junte a cebola, o pimentão vermelho, a pimenta malagueta e o alho. salteie por 4 minutos. Acrescente, em seguida, o feijão, o vinagre, a páprica picante, o cominho, o sal e a pimenta-do-reino. Mantenha a mistura em fogo brando por 5 minutos, mexendo de vez em quando.
  3. Leve a mistura ao processador, ou liquidificador, e bata bem, formando uma pasta homogênea. Acerte o tempero.
Sugestão: sirva com tortilhas ou torradas de pão sírio.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Primeiro workshop para noivas e debutantes.- 28 de abril de 2010

Green Place, Avenida T-63, esquina com Afonso Pena/V-1, Bairro Anhanguera, Goiânia-GO, às 18h00.


- Desfile com noivas e debutantes, com exposição de fornecedores. e participação do Grupo Intermezzo -

Organização: Cara Metade Doces, Eventos & Buffet.


Estarei lá também, à disposição para dúvidas sobre menus, cardápios, oficinas de culinária, bons pratos e vinhos. Apareçam também.

Rogério Roscio - Personal Chef   © 2008. Template Recipes by Emporium Digital

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